Percepção dos alunos do curso tecnologia em agroecologia IFRN- campus Ipanguaçu dos impactos ambientais gerados pelas cêramicas e polos agrícolas na microrregião vale do Açu/RN

  • SILVA, Mariana Instituto Federal Do Rio Grande Do Norte (IFRN)
  • SILVA, Eudes Instituto Federal Do Rio Grande Do Norte (IFRN)
  • ARAÚJO, Monalisa Instituto Federal Do Rio Grande Do Norte (IFRN)
  • SABOIA, Andrey Instituto Federal Do Rio Grande Do Norte (IFRN)
Palavras-chave: Meio ambiente, problemas ambientais, educação ambiental, agroecologia

Resumo

A educação ambiental e suas supostas percepções constituem uma serie de analises que
possibilitam a sociedade uma reflexão em torno das práticas de conservação da natureza, de
maneira que a partir dos olhares de cada indivíduo, seja capaz de minimizar os constantes e
crescentes agravos ambientais existentes na microrregião Vale do Açu. Dentro desse Contexto,
o objetivo desse estudo concentra-se em sistematizar as percepções ambientais dos
agroecólogos em formação do IFRN – Campus Ipanguaçu, relacionado à problemática dos
agravos ao meio ambiente, causados pelas cerâmicas e polos agrícolas existentes nas nove
cidades do Vale do Açu. As informações foram obtidas por meio da aplicação de questionários
estruturados para estudantes do primeiro e último período do curso tecnólogo em agroecologia,
envolvendo temas socioambientais voltados para as vivencias do cotidiano dos mesmos
nas suas referidas cidades, onde participaram 38 discentes com a faixa etária predominante
entre 16 a 23 anos. Os Resultados apresentam que mesmo com a deficiência do conceito por
educação ambiental, e suas inter-relações com a agroecologia, os estudantes aparentam ter
um vasto entendimento sobre os principais responsáveis pelos danos causados ao ambiente
em suas cidades. No entanto é de suma importância, a implantação de disciplinas técnicas e
pedagógicas, em sua grade acadêmica que possibilite aos estudantes uma maior compreensão
das inter-relações da agroecologia e educação ambiental. Uma vez que os agroecólogos
quando formados, farão parte das vivências dos agricultores no campo como extensionistas
rurais, podendo assim intervir na conscientização ambiental.

Publicado
2018-08-18