Caracterização morfobiométrica de sementes de Tacinga inamoena coletadas no Semiárido Alagoano

  • Jailson de Oliveira Insituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – IFAL/Campus Piranhas.
  • Denisson Lima do Nascimento Insituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – IFAL/Campus Piranhas.
  • Luis Paulo Ferreira Neves Insituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – IFAL/Campus Piranhas.
Palavras-chave: Quipá, Caatinga, Avaliação

Resumo

O objetivo do trabalho foi realizar a caracterização morfobiométrica em sementes de Tacinga inamoena. Para isso, as sementes foram obtidas de frutos maduros coletadas em uma população no município de Piranhas, Estado de Alagoas e em seguida, levados para o laboratório de Produção Vegetal do Instituto Federal de Alagoas, Campus Piranhas. Realizou-se as análises medindo-se o comprimento, largura e espessura, além de avaliações de peso de mil sementes e teor de umidade. Observou-se variação nos valores obtidos, em que, o comprimento médio da semente apresentou 4,4 mm, com limite máximo de 5,1 mm e mínimo de 3,7 mm. A largura e a espessura apresentaram média de 3,8 mm e 2,8 mm, respectivamente. Para a largura, observou-se limite máximo de 4,6 mm e mínimo de 3,4 mm. O peso de mil sementes foi de 2,64 g e a umidade resultou em 1,06%.  Dessa forma, concluiu-se que as sementes de T. inamoena possuem variabilidade em suas características morfobiométricas avaliadas.

Publicado
2020-11-11