Efeitos da densidade de plantas e doses de zinco na qualidade fisiológica de sementes de feijão- mungo- verde

Autores

  • Karen Alessandra Castro Ramos Universidade Estadual do Maranhão- UEMA
  • Rogério Faria Vieira Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais- EPAMIG
  • Diéssica Letícia Junges Universidade Estadual do Maranhão- UEMA
  • Lincon Matheus Araujo Silva Universidade Estadual do Maranhão- UEMA
  • Vanessa de Araújo Lira Universidade Estadual do Maranhão- UEMA
  • Rogério Faria Vieira Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais- EPAMIG
  • Heder Braun Departamento de Fitotecnia e Fitossanidade, Universidade Estadual do Maranhão-UEMA

Palavras-chave:

vigna radiata, vigor, biofortificação

Resumo

Sementes com baixo potencial de germinação aumentam drasticamente as perdas produtivas. Objetivou-se avaliar os efeitos combinados da densidade de plantas e doses de zinco aplicadas na folhagem na qualidade de sementes do feijão-mungo-verde. Os tratamentos foram arranjados no esquema fatorial 4 x 2: quatro densidades de plantas (8, 12, 16 ou 20 plantas/m) e dois níveis de Zn (0 ou 9 kg/ha de Zn), no delineamento em blocos casualizados, com quatro repetições. Após a colheita, as sementes foram armazenadas em câmara fria até as avaliações da qualidade fisiológica das sementes. As variáveis analisadas foram germinação em papel e vigor (envelhecimento acelerado, teor de água e condutividade elétrica). Todas as densidades de plantio, antes de serem submetidas a um estresse causado pelo envelhecimento acelerado ou condutividade elétrica, possuem bom índice germinativo, mas quando submetidas a estresse recomendamos a densidade 8, que apresentou maior tolerância, desta forma um maior vigor.

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Publicado

2024-11-27